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dc.creatorChevarria, Marcos Gonzales-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4772610Z4por
dc.contributor.advisor1Lima, Eduardo Martinelli Santayana de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792454Z3por
dc.date.accessioned2015-04-14T13:30:39Z-
dc.date.available2007-05-09-
dc.date.issued2007-01-19-
dc.identifier.citationCHEVARRIA, Marcos Gonzales. Relação da velocidade de crescimento mandibular com estágios de ossificação das vértebras cervicais. 2007. 120 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007.por
dc.identifier.urihttp://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1281-
dc.description.resumoEste estudo avaliou a velocidade de crescimento da mandíbula considerando a relação do crescimento com a maturação esquelética das vértebras cervicais, em indivíduos brasileiros, portadores de maloclusão de Classe I, II e III esquelética, durante o período puberal. Foram analisadas telerradiografias de perfil, obtidas em dois momentos, com intervalo de 6 a 18 meses, de 133 indivíduos, sendo 54 do gênero masculino e 79 do feminino, com idades entre 7 e 18 anos de idade. A amostra foi dividida em cinco grupos, de acordo com os estágios de maturação das vértebras. As telerradiografias de perfil foram traçadas e os pontos cefalométricos digitalizados no Software DentoFacial Planner Plus (DFL Plus, 2.0). O ângulo ANB foi determinado para caracterização da amostra. Foram avaliadas as distâncias entre Co-Go, Go-Gn e Co-Gn entre as duas cefalometrias, obtendo-se uma taxa de crescimento anual. No tratamento estatístico utilizou-se análise de variância e teste de Tukey para comparar a velocidade de crescimento mandibular entre os estágios de maturação das vértebras cervicais e entre as classes, e teste t-student para comparar a velocidade de crescimento entre os gêneros. Os resultados indicaram que a velocidade média de crescimento da mandíbula foi maior no estágio 2 de maturação das vértebras cervicais. Os indivíduos do gênero masculino apresentaram pico de velocidade de crescimento nos estágios 2 e 3, enquanto nos indivíduos do gênero feminino, a velocidade de crescimento da mandíbula foi maior nos estágios 1, 2 e 3. Embora os indivíduos com padrão esquelético de Classe III exibissem as maiores dimensões iniciais da mandíbula, verificou-se similaridade para as velocidades de crescimento da mandíbula entre os portadores de Classes I, II e IIIpor
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-04-14T13:30:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 389375.pdf: 1505128 bytes, checksum: 29ca32c28db465421da5e36f67d4e748 (MD5) Previous issue date: 2007-01-19eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucrs.br:80/tede2/retrieve/8345/389375.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpor
dc.publisher.departmentFaculdade de Odontologiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUCRSpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Odontologiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectORTODONTIApor
dc.subjectORTOPEDIA FACIALpor
dc.subjectMANDÍBULApor
dc.subjectDENTES - RADIOGRAFIApor
dc.subjectCOLUNA CERVICALpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApor
dc.titleRelação da velocidade de crescimento mandibular com estágios de ossificação das vértebras cervicaispor
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Odontologia

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