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dc.creatorAraujo, Vanessa Pereira de-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4730023H8por
dc.contributor.advisor1Lima, Eduardo Martinelli Santayana de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792454Z3por
dc.date.accessioned2015-04-14T13:30:16Z-
dc.date.available2007-03-14-
dc.date.issued2005-12-15-
dc.identifier.citationARAUJO, Vanessa Pereira de. Avaliação dos efeitos do aparelho extra-oral tração cervical na má oclusão de classe ll divisão 1 de angle, antes e durante o pico decrescimento puberal. 2005. 147 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005.por
dc.identifier.urihttp://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1183-
dc.description.resumoEste estudo avaliou as alterações dentoesqueléticas ocorridas em 42 indivíduos tratados com aparelho extra-oral tração cervical por 7 meses. Todos os pacientes eram brasileiros, brancos, saudáveis, portadores de má oclusão de Classe II divisão 1 de Angle, com idade variando entre 8 a 15 anos, e foram divididos em dois grupos, de acordo com a idade esquelética: E1 (experimental precoce) composto por 20 indivíduos (8 do gênero feminino e 12 do masculino) e E2 (experimental tardio) formado por 22 indivíduos (16 do gênero feminino e 6 do masculino). O grupo controle (C1 e C2) envolveu 30 indivíduos Classe I de Angle (16 do gênero feminino e 14 do masculino), tratados ortodonticamente apenas por procedimentos como manutenção ou recuperação de espaços e desgastes interproximais, pareados quanto à idade óssea ao grupo experimental. Para tal avaliação, utilizaram-se telerradiografias de perfil em T1 (inicial) e T2 (reestudo) e radiografias de mão e punho em T1 (inicial). A análise estatística foi realizada por meio do teste t de Student, com nível de significância de 5%. Os resultados evidenciaram tendência de restrição do crescimento ântero-posterior maxilar e de giro maxilar no sentido horário para a idade precoce (p>0,05). Para o grupo tardio, houve apenas tendência de rotação maxilar horária (p>0,05). Ocorreu estabilidade da posição mandibular tanto para os indivíduos do grupo E1 (precoce) quanto para os do E2 (tardio) (p>0,05). Verificou-se melhora na relação maxilomandibular, para o grupo precoce (p<0,01) e para o grupo tardio (p>0,05). Houve inclinação do primeiro molar superior para distal (p<0,01), sem efeito extrusivo e não houve alteração da posição do incisivo central superior, em ambos os grupos, precoce e tardio. Não se constatou diferença significativa entre o tratamento em idades precoce ou tardiapor
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-04-14T13:30:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 342815.pdf: 14513419 bytes, checksum: 15f05edd641e491b6011fc6c7b1ce6e9 (MD5) Previous issue date: 2005-12-15eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucrs.br:80/tede2/retrieve/8257/342815.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpor
dc.publisher.departmentFaculdade de Odontologiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUCRSpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Odontologiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectOSSOS - DESENVOLVIMENTOpor
dc.subjectDENTIÇÃOpor
dc.subjectMALOCLUSÃOpor
dc.subjectOCLUSÃO DENTÁRIApor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApor
dc.titleAvaliação dos efeitos do aparelho extra-oral tração cervical na má oclusão de classe ll divisão 1 de angle, antes e durante o pico decrescimento puberalpor
dc.typeDissertaçãopor
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